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Situado estrategicamente sobre um penhasco ou pena no vale de Aguiar, liga-se à Reconquista cristã da península Ibérica e foi cabeça das terras de Aguiar da Pena em tempos medievais.

Especificidades: O Castelo de Aguiar é um singular castelo roqueiro, cuja estrutura actual remota aos séculos IX ou X. Situado sobre um enorme penedo granítico, os achados em campanhas arqueológicas revelaram três grandes níveis de ocupação: Pré-Histórica, Celta e Romana. O acesso ao edifício é feito por uma entrada com seis escadas, sob um portal com forma ogival. Subindo alguns rochedos, atinge-se o ponto mais alto, de onde se vislumbra uma panorâmica abrangente sobre todo o Vale de Aguiar. Inclui-se, no edifício, um compartimento de tecto abobadado, bem como a sala da seteira, janela de privilegiada visibilidade estratégica

   

Antecedentes

A moderna pesquisa arqueológica trouxe à luz testemunhos da primitiva ocupação desta região desde a pré-história. À época da ocupação romana da península, este povo foi atraído pela presença de minérios de ouro, prata e chumbo nesta região, explorado certamente com o recurso à mão de obra escrava. Foram sucedidos por Visogodos e por Muçulmanos, estes a partir do século VIII.

O castelo medieval

Embora não hajam informações acerca da primitiva fortificação da penedia, habitada pelas águias que lhe deram o nome, Aguiar, um castelo já existia à época da Reconquista, entre o século X e XI. A Crónica dos Godos refere que Al-Mansur [Benamet] tomou o Castelo de Aguiar, que está na margem direita do [rio] Souza, na província Portucalense (1033 da Era Hispânica, correspondente a 995 da Era Cristã).

O castelo foi cabeça da Terra de Aguiar, que posteriormente se constituiu no Concelho de Vila Pouca de Aguiar, tendo o seu nome ligado à Independência de Portugal, quando se acredita que o tenente do castelo fosse partidário de D. Afonso Henriques (1112-1185), de acordo com uma referência na hagiografia medieval de Santa Senhorinha de Basto. Por esse motivo a região foi invadida, e o Castelo de Aguiar sitiado, por uma força leonesa que pretendia sujeitá-lo ao reino de Leão ou, caso contrário, aprisioná-lo e substituí-lo. Na ocasião, D. Gonçalo Mendes de Sousa, senhor de domínios nas terras de Aguiar e de Panóias, companheiro de armas de D. Afonso Henriques, apressou-se a socorrer as gentes do Castelo.

Posteriormente, sob o reinado de D. Afonso III (1248-1279), Telões recebeu a sua Carta de Foral (10 de Julho de 1255). Nesse período considera-se que a fortificação começou a perder importância, uma vez que a partir de 1258 a população passou a se libertar gradualmente dos encargos de manutenção da daquela defesa.

Na passagem para o século XVI, a vila perdeu a sua importância administrativa, uma vez que se encontra integrada no Foral concedido a Aguiar da Pena, em 1515. Deste período conhecemos o nome de alguns dos alcaides do castelo, como:

  • Diogo Lopes de Azevedo;
  • Fernão Martins de Souza (a partir de 17 de Julho de 1534);
  • João de Souza Guedes; e
  • Jerónimo de Souza Machado (1583-1594).

A partir de então cessam as informações relativas ao castelo, que se admite tenha deixado de ser utilizado para fins militares desde essa passagem do século XVI para o XVII.

Do século XX aos nossos dias

O castelo encontra-se classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 26 de Fevereiro de 1982.

Recentemente, após passar por uma primeira etapa de trabalhos de beneficiação (iluminação da zona envolvente, construção de sanitários de apoio e de um parque de estacionamento), a cargo do IPPAR, ao custo de 175 mil euros, a área envolvente do castelo foi reinaugurada (21 de Julho de 2001), visando promover o turismo histórico na região.

Paralelamente, a Câmara Municipal adquiriu e recuperou uma casa em ruínas para a instalação de um Núcleo Interpretativo, onde serão disponibilizadas aos visitantes informações relacionadas com o castelo e a sua história.

Numa segunda fase, teve lugar uma intervenção de consolidação e restauro nas dependências do castelo, compreendendo as paredes que ameaçavam ruir, o gradeamento de zonas mais perigosas no interior da muralha e na construção de passagens de segurança metálicas. Desse modo, a autarquia pretende criar um circuito integrado de turismo compreendendo o castelo, as três minas romanas de Vila Pouca de Aguiar e o santuário rupestre de Panóias, em Vila Real.

Características

Trata-se de um castelo de tipo roqueiro, no estilo românico, que se acredita tenha sido erguido entre os séculos X e XI, na passagem da Alta para a Baixa Idade Média, tendo sofrido diversas alterações em fins do século XIV.

No âmbito da terra de Aguiar, a defesa proporcionada pelo castelo era complementada por algumas atalaias nomeadamente as de Capeludos, Rebordochão e Portela de Santa Eulália (que à época integrava a circunscrição de Vila Pouca de Aguiar).

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