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A antiga linha defensiva da nacionalidade portucalense ao longo da margem esquerda do rio Sabor até à confluência da ribeira de Angueira era constituída por quatro castelos: de dois - o de Milhão e o de Santulhão - já nada  existe e dos dois restantes - o de Outeiro e o de Algoso, este último é sem dúvida o mais impressionante. Ocupa uma posição privilegiada, num promontório rochoso e alcantilado, a uma altitude de 681 metros, na extremidade formada pelo rio Angueira e pelo rio Maçãs. Foi edificado por Mendo Rufino, no reinado de D. Sancho I. Algum tempo depois, D. Sancho II concedeu-o à Ordem do Hospital. Neste castelo de Algoso residia o representante do rei que arrecadava os direitos reais em terras de Miranda e Penas Roias. Em 1710, por ocasião da guerra dos Setena Anos, pouco depois da queda de Miranda, fizeram os espanhóis diversas surtidas em terras de Vimioso, atacando, entre outras, a antiga vila de Algoso, que contudo conseguiu manter a sua praça. Em termos de área, é um castelo diminuto. Tem uma planta rectangular, e  a entrada a norte, onde a muralha está actualmente muito danificada. Subsiste ainda a torre de menagem, no interior da qual são visíveis sinais de ter possuído três registos, sendo os dois primeiros para habitação e o último de defesa. É impressionante a paisagem que do castelo se avista.

 

Castelo de Algoso

 

 
  • Densidade populacional do concelho:

 População (habitantes): 13 210.

 Densidade Populacional: 28 Habitantes/ Km2

  • Propriedade: 

Utilização Inicial: Militar. Castelo de defesa

Utilização Actual: Marco histórico-cultural

Pública: Estatal.

Entidade Responsável:

Instituto Português Património Arquitectónico e Arqueológico

Palácio Nacional da Ajuda

1300 LISBOA - Tel.: 213 620 264    Fax.: 213 648 223

Vista Geral

  • Distância face a outros aglomerados urbanos:

70 Km de Bragança,

20 Km de Mogadouro,

28 Km de Miranda do Douro,

15 Km de Sendim,

17 Km de Vimioso.

 

Dias de visita: 

Todos os dias pois está sempre aberto.

 

Horário: 

Pode ser visitado a qualquer hora e a qualquer dia da semana.

 

Preço:  A entrada é gratuita

Pormenor da Muralha

Planta

  

Localização:

 

Distrito: Bragança

Concelho: Vimioso

Freguesia: Algoso

Região: Trás-os-Montes

Área Turístico Promocional: Montanhas   

Vista Panorâmica

 

Património Classificado (tipo de classificação): 

Imóvel de Interesse Público

 

IPA: Monumento

Nº IPA: 0411010005

Protecção: IIP, Dec. nº 40 361, DG 228 de 20 Outubro 1955

Afectação: IPPAR, DL 106F/92, de 01 Junho

Órgão: Região de Turismo do Nordeste Transmontano

  

Caracterização: 

  • Área:

Aproximadamente de 474 Km2.

Uma das freguesias do concelho de Vimioso

Torre de Menagem

Elementos Históricos:

 

Algoso, Ulgoso, Ylgoso, pelos anos de 1230, antiga vila e concelho, bispado e distrito de Bragança, tem como orago S. Sebastião. Está situada numa planície com um clima sadio, mas frio, por avistar as Serras da Sanábria, Bornes e Nogueira.

Sabe-se que em 1291 a comenda de Algoso foi oferecida à Ordem do Hospital por D. Dinis e que em 1480 recebeu foral de D.Afonso V. Finalmente em 1855, procedeu-se à extinção do concelho de Algoso, passando a fazer parte de Vimioso.

Colhe trigo, centeio, cevada, azeite, vinho e muitos pastos. Terreno fertilíssimo, com feira a dia 9 de cada mês, que é a melhor da província em gado suíno. Como cabeça de concelho e comarca tem Casa da Câmara, cadeia e compreende 20 lugares: S. Cristóvão, Junqueira, Avinhó, Matela, Vale de Algoso, Uva, Mora, Valcerto, Travanca, Saldanha, Figueira, Granja de Gregos, Gregos, Teixeira, Atenor, S. Pedro da Silva, Granja de S. Pedro, Vila Chã da Ribeira, Urrós e Fonte Ladrão. Dista a 17 Km de Vimioso, 1 Km da Ribeira de Angueira, 3 Km da junção desta com o Rio Maçãs, e 23 Km de Duas Igrejas estação mais próxima do caminho de ferro. No ano de 1230 fizeram concordata os Templários e a Ordem de Malta em Coimbra, sobre várias terras litígiadas entre as quais entrava Ylgoso (Algoso), Vila Chã, Atenor, Pena Roias, Paradela e outras fora do bispado de Bragança.

Em 22 de Junho de 1239 fez D. Pedro Costem, comendador dos Templários em Portugal, composição entre as comendas do Mogadouro e Penas Róias, pertencentes à sua ordem e à de Algoso. A 13 de Fevereiro de 1291 fez el-rei D. Dinis composição em Coimbra, com o Gran-comendador de Malta, D. Fernão Peres, de alcunha o Mossejo, acerca da comenda de Algoso e de outras terras próximas. Em 1480, segundo os historiadores, Algoso recebeu foral por D. Afonso V e D. Manuel em 1 de Junho de 1510. A comenda de Algoso rendia anualmente para o Comendador sete a oito mil cruzados, incluindo nesta soma 2 partes dos frutos das abadias de Travanca, Sendim, Vilar Seco, Duas Igrejas e Guide.

O Castelo de Algoso, mandado construir por Mendo Rufino no século XIII, no reinado de D. Sancho I, é o expoente máximo do poder local e aí residia o representante do rei que arrecadava os direitos reais em terra de Miranda e Penas Róias.

Algum tempo depois, D. Sancho II concedeu-o à Ordem do Hospital.

D. Dinis mandou efectuar obras de melhorias no castelo, sujeito a frequentes vicissitudes da guerra, pela sua situação geográfica.

Em 1710, por ocasião da guerra dos Setenta Anos, pouco depois da queda de Miranda, fizeram os espanhóis diversas surtidas em terras de Vimioso, atacando, entre outras, a antiga vila de Algoso, que contudo conseguiu manter a sua praça.

O castelo ocupa uma posição privilegiada, num promontório rochoso e alcantilado, a uma altitude de 681 metros, na extremidade formada pelo rio Angueira e pelo rio Maçãs.

Em termos de área, é um castelo diminuto. Tem uma planta rectangular, e a entrada a norte, onde a muralha está actualmente muito danificada.

Subsiste ainda a Torre de Menagem, alguns torreões e um pequeno pátio. No seu interior são visíveis sinais de ter possuído três registos, sendo os dois primeiros para habitação e o último de defesa. Existe um acesso em escada e íngreme à porta do castelo.

 

O Pelourinho de Algoso é o símbolo da autonomia municipal.

A Igreja Matriz foi cabeça de uma comenda da Ordem de Malta por mercê de D. Sancho II em 1229. Tem uma só nave, três portas (duas laterais e uma principal), uma “soberba” torre com sinos e relógio e na parede dela para a parte do sul armas reais e seis altares. Em 1 de Janeiro de 1592 concedeu el-rei carta de privilégios á Câmara Municipal de Algoso. Algoso tem escola de instrução primária, masculina e feminina; aquela é muito antigo pois já existia em 1836, datando provavelmente das criadas pelos decretos de 6 de Novembro de 1772 e 11 de Novembro de 1773. A feminina foi criada pelo decreto de 8 de Setembro 1876. No civil esta Vila era governada por um Juiz de fora que cumulava com o juizado dos órfãos, três vereadores, um procurador do concelho, dois almotacés, um escrivão da Câmara, três tabaliães das notas, um escrivão de sisas, um das achadas da terra, um dos órfãos e mais quatro escrivães dos testamentos.

Ao governo militar assiste um capitão-mor, um sargento-mor e quatro capitães de ordenança.

Jacinto de Oliveira Castelo Branco, juiz de fora de Algoso tornou-se notável em 1808 por não acatar as ordens do capitão Junot nas invasões Francesas e por continuar a usar o nome de Sua Alteza Real, nos processos, apesar de el-rei já ter embarcado para o Brasil e os Franceses haverem declarado abolida a dinastia de Bragança.

O concelho de Algoso foi suprimido em 1855, passando a fazer parte do concelho de Vimioso.

 

Tipo de Arquitectura: 

Este castelo do séc. XIII construído, essencialmente de xisto quartzico e granito, com cariz militar é uma autêntica fortificação.

É, por vezes, difícil diferenciar as obras providenciais dos apetrechamentos militares existentes neste castelo.

No cimo de um penhasco, encontra-se a Torre de Menagem, de arestas bem aparelhadas, ângulos e faces de diferente fisionomia e porta elevada. O acesso à porta do castelo é feito de forma árdua, através de uma íngreme escada. Tal como no exterior, na praça de armas os muros castrenses misturam-se com os penedos, que constituem os verdadeiros alicerces e contrafortes da muralha.

No interior da torre são visíveis sinais de ter possuído três registos, sendo os dois primeiros para habitação e o último de defesa. Em época incerta construíram um muro que dividia estes dois pisos em duas assoalhadas cada. O recinto que está intramuros é de reduzidas dimensões e possui afloramentos rochosos de várias toneladas.

Num torreão, situado na face nascente encontravam-se os espaços destinados a peças de artilharia. Apesar de todas as contrariedades que a História lhe reservou, o castelo de Algoso teima em manter-se em pé. Encontra-se arruinado, estando muito alterada a sua fisionomia original, persistindo contudo, a sua beleza.

 

Acesso Pedonal e Automóvel

 

Intervenções Realizadas:

DGEMN: 1944 - pequenas obras de beneficiação;

1974 - trabalhos de conservação;

1977 - conservação da muralha e muros de acesso, consolidação dos degraus de acesso à porta do castelo.

 

Relação histórica e cultural com castelos vizinhos: 

A antiga linha defensiva da nacionalidade portucalense ao longo da margem esquerda do rio Sabor até à confluência da ribeira de Angueira era constituída por quatro castelos: de dois - o de Milhão e o de Santulhão - já nada existe e dos dois restantes o de Outeiro e o de Algoso.

Os Castelos aos quais o de Algoso está intimamente ligado é aos castelos de Miranda, Penas Róias e Mogadouro bem como, embora mais deslocado com o de Bragança, constituindo no seu conjunto o núcleo duro do Nordeste transmontano.

Neste castelo residia o representante do rei que arrecadava os direitos reais em terra de Miranda e Penas Róias.

É um castelo fronteiriço para vigia e defesa do perigo proveniente do reino de Leão, parecendo-se mais com uma atalaia, ao jeito de Penas Róias.

Em 1710, por ocasião da guerra dos Setenta Anos, pouco depois da queda de Miranda, fizeram os espanhóis diversas surtidas em terras de Vimioso, atacando, entre outras, a antiga vila de Algoso, que contudo conseguiu manter a sua praça., uma vez que o castelo ocupava uma posição privilegiada, num promontório rochoso e alcantilado, a uma altitude de 681 metros, na extremidade formada pelo rio Angueira e pelo rio Maçãs.

 

Outras Informações:

 

Outros Locais de Interesse:

Igreja Matriz, Capelas, Casa Municipal.

Pelourinho de Algoso: Tem fuste prismático decorado com florões. É encimado por capitel de quatro braços e rematado por prisma com esfera armilar.

As ruínas do Solar dos Távoras

 

Eventos Especiais:

Feira Mensal (dia 9).

15 de Agosto - Festa de Nossa Senhora do Castelo;

26 de Dezembro - Festa de Santo Estevão.

Festa da Nossa Senhora da Assunção - Algoso

 

Restauração:

Bar Ponte de Algoso

Margem do Rio Angueira (Algoso)

5230 VIMIOSO

 

Gastronomia Regional

Alheiras e fumeiro regional, vitela, presunto e folar. Lagostim do Angueira.

Conheça ainda o resto da gastronomia, onde se pode realçar a famosa Posta à Mirandesa, proveniente da carne do gado de raça bovina mirandesa (certificada), que mercê das boas pastagens proporcionadas por microclimas existentes sobretudo na parte norte do concelho, nos permite classifica-la como uma das melhores senão a melhor do País, bem como os pratos derivados das várias espécies cinegéticas e piscícolas que abundam por todo o concelho poderão ser apreciados á mistura com uma boa pinga da região vinho-tinto-maduro.

 

Contactos:

v     Região de Turismo do Nordeste Transmontano

Largo do Principal

5300-054 Bragança

Tel.: 273 331 078    Fax.: 273 331 913

v     Câmara Municipal de Vimioso 

Praça Cons.º Eduardo Coelho

5230-315 Vimioso

Tel.: 273 518 120    Fax.: 273 512 510

E-mail: gi.cmv@mail.telepac.pt

v     Posto de Turismo de Miranda do Douro

Largo do Menino Jesus da Cartolina

Tel.: 273 431 132

 

Bibliografia: 

 

ALVES, Francisco Manuel, Vimioso, Coimbra, 1968; ALVES, Francisco Manuel, Memórias Arqueológico - Históricas do Distrito de Bragança, Bragança, 1990

 

Cd dos Castelos de Portugal 99.

 

GRANDE Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Volume 1, Editorial Enciclopédia, Lda, Lisboa / Rio de Janeiro.

 

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