AÇORESMADEIRAALENTEJOALGARVEBEIRA INTERIORBEIRA LITORALMINHORIBATEJOESTREMADURATRÁS OS MONTES

  Googl 

Busca Mundial Busca  Portugalweb.net

INDEX

APENDICE:

ALDEIAS

FOTOS

MAPAS

TEMPLÁRIOS

MONUMENTOS NACIONAIS

GLOSSÁRIO

FORTES E FORTALEZAS:

S. João Baptista

S.Neutel

Forte de Crismina

S.Francisco

Forte de Santa Catarina

Fortaleza Ponta da Bandeira

Torre da Medronheira

Fortaleza de Nossa Senhora da Luz

Portugal no mundo:

FORTES E FORTALEZAS

Fortalezas de Portugal

CASTELOS DO MUNDO

BRASIL

 Discover the castles of the Algarve
THE LIBRARY OF IBERIAN

RESOURCES ONLINE

A SOCIETY ORGANIZED FOR WAR
 

  MY CASTLE  WEB RING


pordata

BRASIL500

Casa para férias na Guarda

 

 
 
As primeiras referencias escritas a Sagres remontam do século 350 d.C. como sendo chamado de Cabo Cinético por Rufus Festus Avienos a 350 d.C. Ele refere o cabo Cinético onde declina a luz sideral, emerge altaneiro como ponto extremo da rica Europa, e entra pelas aguas salgadas do Oceano povoada de monstros. Segue-se um promontório, que assusta pelos seus rochedos consagrado a Saturno. Ferve o mar encrespado e o litoral rochoso prolonga-se extensamente como todos nós sabemos as condições do oceano em Sagres ainda hoje é difícil, tanto para pescadores, como para certos navios de pequeno porte. Para os pequenos barcos da época, penso que as probabilidades de êxito seriam remotas, quando se faziam ao mar, muitos não voltavam, seriam mais reduzidas se corressem riscos navegar no hemisfério Norte de inverno, seria suicídio, dobrar o cabo de S. Vicente mesmo de verão, para as épocas remotas seria uma sorte, quando se navega em águas tão tranquilas como as do sul do Mediterrâneo e Algarve, os ventos fortes do norte que se fazem sentir em Sagres no verão, que torna altaneiro o mar em todo o litoral oeste da península, não seria de admirar que os nossos antepassados vissem monstros quando tentavam aventurar-se na sua passagem. Mas a rica Europa ficava para estes lados!.

Os romanos quando ocuparam a península eles também crentes em Deuses encontraram sem duvida um local místico, e se referem a ele, como local sagrado, sendo outrora denominada por Promontorium Sacro. talvez seja essa a origem do nome de Sagres, Mas o facto é que é uma região diferente de outras, que todas as gentes locais o reconhecem. Os ventos fortes de verão só são encontrados em Sagres, o que levaria os romanos a pensarem que seria habitado por Deuses, o que deu origem a 'Sagrado', onde só seria visitado em peregrinação e onde seria proibido pernoitar.

A primeira referencia ao nome de Sagres data de 1450 derivado das condições climatéricas Sagres era usado como desterro para cidadãos que caíam em desgraça `na corte de El Rei

Associamos Sagres ao mártir S. Vicente, teria nascido nos Pirineus, filho de pais cristãos, excelente orador, foi elevado á ordem de Diácono e mais tarde acolito de Valerio, Bispo de Saragoça. Mais tarde, devido a perseguições religiosas, foi supliciado em Valência com o seu Bispo, por ordem do então governador de Hispânica, Darciano, em princípios do seculo. IV d. C. O culto ao mártir de S. Vicente, alargou-se por toda a península, sobretudo durante a invasão Muçulmana. ajudando a reconquista da península ibérica havendo muitas ref. ao santo nas crónicas das mais celebres batalhas, tanto do lado Português, como de Espanha As referencias ao mártir a Sagres continuam sendo um mito. A história refere-se ao santo que foi encontrado à deriva numa barca, guardada por dois corvos, o qual seria recolhido.

Como refere a gravura, talvez haja erro, no entendimento histórico, já que no local, se refere a S. Vicente que teria chegado a Sagres numa barca e possivelmente assaltado e morto. Os corvos, que estão referidos na gravura, protegem o corpo de S. Vicente, nas rochas, dos animais ferozes, e que o corpo teria aparecido num local próximo do Cabo se S. Vicente, chamado Armação Nova. À falta de documentos, a historia pode ter sido muito deturpada ao longo dos tempos, daí não haver uma referencia mais justa, que não seja o sobrenatural
[Este capitulo é unicamente uma referencia do autor, sem qualquer impacto histórico, por achar estranho, o santo, morto, numa barca, tão distante de Valência, poderia ter acontecido que o governador de Hispânia, ter aprendido a lição de Poncio Pilatos, não fazer mártires, e ter desterrado pura e simplesmente o santo, metendo-o numa barca e o santo ter parecido em Sagres.] Sepultado numa igreja que existiria chamada Igreja do corvo mais tarde seria um mosteiro, e seria o local de inúmeras peregrinações, tanto cristãs como muçulmanas, mais tarde com a reconquista da península pelos cristãos, lembrado com fervor por D. Afonso Henriques, que manda recolher as relíquias sagradas do santo, adoptando os corvos como emblema municipal da cidade de Lisboa, conquistada recentemente, em 1147, hoje a localização aproximada é o Farol do Cabo de São Vicente, que veio substituir o dito mosteiro

Nota: os corvos ou seriam gralhas, são hoje são muito comuns em Sagres, talvez os nossos antepassados não os destinguisem como especies diferentes.

Aliado á riqueza histórica de Sagres, o infante D. Henrique, nascido na cidade do Porto em 1394, será de facto, quem mais longe levou o nome de Sagres. Ele viu em Sagres, uma sadia para todo o oceano Este, Sul e Oeste, com uma barreira natural contra os ventos, o mar calmo e portos naturais, com águas profundas para os seus navios, e talvez o ponto de comercio mais fabuloso de todo o mundo, na época, já que em Sagres, para os pequenos navios, era necessário esperar que as condições climatéricas, lhe permitisse voltar de novo ao mar, e isso poderia levar meses. Provendo o comercio de produtos ao qual encheria os cofres do infante. Talvez uma das razões que obrigaria o infante a estar longos períodos em sagres, também aliado ao facto de receber mais que em algum lugar, novas técnicas de navegação, alem receber dos mareantes todas as importações do alem mar, sitio ideal para ter a sua escola de navegação, apesar dos historiadores estarem em desacordo da existência da tal escola náutica estou convencido já que era o local ideal para contactar com todos os aventureiros do alem mar, receber todo tipo de informações tanto das correntes marítimas e a sua própria experiência, como dos ventos e da existência de novos continentes e até mesmo as novas tecnologias da época, os grandes mareantes da época muitas vezes eram retidos em sagres meses por condições climatéricas únicas, que o infante sabiamente aproveitou. O infante D. Henrique também ele foi um grande aventureiro, herói em Ceuta, foi dos grandes de sangue português. Depois de Ceuta, em 1415, onde foi aramado cavaleiro, feito Duque de Viseu e com a administração da Ordem de Cristo, ficou economicamente numa posição, que o teria levado á aventura dos descobrimentos, descobrindo para Sul, a Madeira, em 1419, os Açores para Oeste em 1427, dobrando em 1434 outro monstro dos oceanos, o cabo Bojador. Com a necessidade de proventos de novos mercados, que outrora só chegavam via terrestre, tentou ir mais longe. Patrocinou astronomia na universidade de Lisboa, cartografou grande área tanto em África como o Mediterrâneo, morrendo em Sagres a 13 de Novembro de 1460. deixando-nos um legado fabuloso que as gerações vindouras tão bem souberam aproveitar, levando o nome de PORTUGAL tão longe.

O forte do Beliche, construção data por definir, mas anterior ao ataque de Drake pois existe desenhos da sua existência feita pelo próprio pirata que o destrui completamente, pela sua posição estratégica no cabo, foi uma construção possivelmente para abrigo e abastecimentos dos mareantes, porque as condições naturais assim o permitem, porque os mareantes não conseguindo dobrar o cabo em condições normais, devido as condições criadas pelos ventos fortes do Norte, principalmente no verão, abrigava os mareantes durante meses, até que se reunisse condições par zarpar Talvez a razão da sua edificação, além de protecção contra os ataques comuns da época.

A história fala de uma destruição de uma fortaleza, por um pirata a soldo da coroa Inglesa, Sir Francis Drake, que em 1587 atacou a fortaleza de Sagres. saqueando e destruindo tudo na sua passagem; em fim coisas dos tempos!!!!!!! Tambem atingida pelo terramoto de 1755 destruindo Sagres parcialmente.

O Forte da Baleeira, pouco se sabe sobre ele, sabe-se, no entanto que já existia em 1573, possivelmente para salvaguardar os habitantes da região, da armação de pesca do Atum, muito abundante na época. Está agora reduzida a caboucos e um portal, ainda de pé. Teria uma capela, mas não se vêem vestígios, provavelmente teria desaparecido, devido a derrocadas da falésia. Mas como o desenho de Francis Drake apresenta, ela existia.

Hoje sagres continua!! não vive das trocas com os aventureiros como outrora, mas continuam a ser bons hospitaleiros, continuando a haver peregrinações mas desta vez históricas e de lazer, que apesar da rigidez do seu clima quando se gosta de sagres se gosta mesmo, sendo mesmo um local aonde se encontra paz e segurança que dificilmente será ultrapassado

O autor agradece a quem ler este texto no sentido de o melhorar, umas dicas ou mais informação

MANUEL COSTA

 
 

 

 

Casa para férias na Guarda

 

Casa para férias na Guarda

 
     CASTELOS NO MUNDO
  

Setubal   Guarda   Almada    Castelos  Seia  Seixal    Sesimbra  Palmela  Arqueologia   Historia        Portugal no mundo

intercâmbio  ttt   Contactos    Publicidade

Copyright © swspt.

 

 


Buy Direct Text Link Ads at Direct-Link-Ads