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PORTEL
Fundado por D. João Peres de Aboim em 1261, o castelo foi alvo de uma significativa campanha de obras dirigida pelo arquitecto Francisco de Arruda, no reinado de D. Manuel I, da qual se destaca a edificação do Paço dos Duques de Bragança e da igreja de São Vicente no interior do recinto, hoje em ruínas.

O muralhamento da chamada "Vila velha" observou-se entre os finais do século XIII e princípios do seguinte.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

O espaço correspondente ao actual Concelho de Portel é o resultado de um processo de evolução histórica com raízes concretas na segunda metade do século XIII. Anteriormente a esta data desconhece-se a ocupação efectiva deste espaço dado que, estudos histórico-arqueológicos ainda não realizados impedem o conhecimento específico dos períodos compreendidos entre a Pré-História e o início da Reconquista Cristã. É um facto que na área correspondente ao actual concelho de Portel, abundam vestígios de outras épocas, quer materiais quer toponímicos, indicando que haveria espaços habitados, explorados e de carácter religioso. No entanto, algumas certezas históricas, remetem-nos ao ano de 1257 quando D. Afonso III, rei de Portugal desde 1248, pretendendo agradecer os favores prestados por D. João Peres de Aboim, ordena ao Concelho de Évora e posteriormente aos de Beja e Monsaraz, a doação de várias terras que, constituídas em herdamento, viriam a integrar o novo termo de Portel.

D. João Peres de Aboim, conhecido posteriormente por D. João de Portel, era um nobre fidalgo oriundo do norte do País (terras da Nóbrega) cuja amizade e fidelidade ao rei promoveram a sua ascensão social com o estatuto de Rico-Homem e com a detenção de cargos ilustres na estrutura militar e administrativa do reino de entre os quais se destacam os de Mordomo-mor e Tenente do Alentejo e Évora. Vem a instalar-se definitivamente nesta área após ter obtido, em Outubro de 1261, autorização do rei para construir castelo e fortaleza, lançando assim os fundamentos da actual Vila de Portel.

Por estes tempos faltavam ainda ao termo Portel algumas terras junto a Amieira e especialmente os "ricos barros" de Monte-do-Trigo que D. João de Aboim se apressou a adquirir quer por compra quer por doação dos proprietários em troca de protecção e segurança. Importa ainda salientar que o espaço em estudo não englobava também os lugares de Oriola de Baixo (Nossa Senhora do Bomalbergue) e Oriola de Cima (S. Bartolomeu do Outeiro) por serem um Concelho à parte e que já haviam sido doados por D. Afonso III, ao seu Tesoureiro João Moniz.

Em 1 de Dezembro de 1262, D. João de Aboim e sua mulher D. Marinha Afonso concederam aos moradores da nova Vila de Portel Carta de Foral com os foros e costumes da cidade de Évora.
Falecido D. João de Aboim coube o termo de Portel, em herança, a seu filho D. Pedro Eanes que o veio a entregar a sua irmã D. Maria Eanes. Esta e seu marido trocaram-no, por outras terras, com o rei D. Dinis que possuiu o senhorio da Vila de Portel e castelo até 1318, doando-o, posteriormente, a sua mulher Isabel de Aragão. Na posse da coroa continuou durante os reinados de D. Afonso IV, D. Pedro e D. Fernando. Ainda no reinado do Formoso recebeu-o, por doação, Gonçalo Rodrigues de Sousa que se tornou senhor e alcaide de Portel.

Durante a crise político-social que surgiu em Portugal nos anos de 1383-1385 e posteriormente às lutas que se travaram pela ocupação do trono por D. João I, foi o termo de Portel doado ao Contestável D. Nuno Álvares Pereira. É, por intermédio de seu neto, D. Fernando, 2º Duque de Bragança, que o termo de Portel passou a fazer parte do senhorio da Casa de Bragança onde se manteve até ao advento do Liberalismo.

Em 1 de Junho de 1510, D. Manuel reformou os foros e costumes da Carta de Foral de 1262 concedendo a Portel Foral de Leitura Nova, tratando-se também nele do reguengo de Monte-do-Trigo e de Odivelas.

Os Duques de Bragança fundaram dentro do castelo um palacete que servia de residência sazonal especialmente quando vinham caçar à sua coutada que abrangia grande parte da serra de Portel

 

 

 

 

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